As novas nuances que aparecem no horizontete convidam a seguir a jornada
É algo quase supremo
É insuficiente apenas olhar e contemplar
O caminho te convida
Tudo parece tão imprevisivel
Bem diferente daquilo que ja está acostumado
É então que decidi seguir
Já se está muito cansado de viver as mesmas coisas
De se ter horário marcado para tudo e para todos
De viver em uma prisão sem grades
de ser refém do seu próprios desvaneios, que chegam a ser improváveis
Não se vive no cárcere
Não se alimenta do que vê
Não se senti do que passa
Mas aquilo que toca
que se prova
que se experimenta
aquilo sim
é vida
Vida que se esvai entre os dedos
vida que se sente pela pele
vida que se contempla
vida que regozija
vida que passa a ser vivida
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