
Eu sempre acreditei no amor, eu sempre achei que o amor pode dar certo, eu olho para o mundo e vejo várias, milhares de possibilidades para o amor, eu consigo mensurar cada uma delas, cada olhar, cada palavra, cada presente, cada sorriso, cada ser que espera, acredita, almeja.
O amor pode ser um vento leve que toca o rosto, pode ser um toque suave na mão, um carinho, um cuidado, pode ser uma espera interminável de grandes desejos e planos, pode se alimentar da alma, do olhar, da vida que se abre, do momento oportuno, da sincera e clara memória.
O que não sei e nem ao menos consigo imaginar é o padrão como simplesmente acontece, é a forma com que se apresenta, é a intensidade que se entrega, é a maneira que se desenrola.
Não sou ambiciosa, muito menos uma expectadora da vida, o amor é simples e complexo quando unido ao ser amado, o amor não possui regras, nem passos, o amor não espera ser visto, apenas sentido, lembrado.
A grande expectativa de todas as vidas por mais que elas neguem, é ser um protagonista no teatro que desenvolve o amor. É ser a vida, o sentimento, a sua expressão, enfim, é ser depois de anos a fio a personificação da arte do amor.
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